BTS #2 – Suzu: Aquele que encontrou uma loli no porão do diretor

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Por: Anderson William

Novelanders, continuando a nossa invasão aos bastidores de Gakkou Carnival, hoje vamos falar do nascimento de Nichijou Suzuyama, talvez o primeiro personagem criado para essa série tão especial para nós, da Noveland. E, de certa forma, foi com ele que demos o pontapé inicial para todos os capítulos que vieram a seguir.

Então, antes de mais nada, quem ainda não nos curtiu, deem uma passadinha rápida lá nas nossas páginas do Facebook e Instagram para não perderem nada de Gakkou e todos os outros projetos, belezinha?

Com isso, simbora nadar um pouco nesse vasto mar de loucuras?


Criação e Evolução

Suzu é um autoproclamado gênio com alto QI, fato que o torna um garoto extremamente arrogante e, em diversos momentos, extremamente antipático.

Antigamente, vivia com seu pai, mas, após ele anunciar que estava levando uma nova “mamãe” para casa, o garoto decidiu se mudar em definitivo para os dormitórios da Ninjin Gakuen. Pode parecer algo estranho, porém, o motivo para ele ter feito uma escolha tão extrema, foi porque na casa dele já viviam outras duas mulheres! E nenhuma era parente de sangue dele, sabem…? Bem, convenhamos que ficar no meio do harém do próprio papai não é algo muito saudável para um adolescente.

Enfim, ganhando uma mesada mixuruca, Suzu segue a sua vida próximo de um coelho falante que não perde uma chance sequer de o atazanar, metendo-o em confusões com diferentes níveis de bizarrice.

Quanto a maneira que ele foi inventado por mim, bem…

A ideia inicial desse projeto era criar algo engraçado, ponto. Sem muito roteiro, com contos curtos e fechadinhos. Mas, à medida que eu ia escrevendo o primeiro capítulo, tantas ideias foram surgindo, tantas loucuras brotaram do nada, mais e mais personagens foram inventados… Acabou que o projeto foi completamente modificado.

Meio que sem querer, acabei dando um plano de fundo para esse universo estranho, uma estória onde a semideusa presa no porão do diretor se libertou com a intenção de se vingar do coelho que a prendeu lá. A partir daí, meus colegas de equipe, Diogo Z e Diogo B, foram obrigados a se virar nos trinta para dar continuidade a isso nos seus próprios capítulos — desculpinha pelo trabalho desgraçado que dei para vocês, amiguinhos, beijos, haha —.

O importante é que no fim, essa mudança brusca de rumo acabou se tornando aquilo que Gakkou Carnival precisava para alavancar. Ganhamos um grande objetivo e a profundidade necessária para termos uma boa estória nas mãos.

E, com todas as dificuldades que surgiram a partir daí, aprendi a amar escrever o Suzu.

Ele é um garoto complexado com diversas coisas, e adora meter um monte de paranoias no meio dos seus discursos — coisas que faz apenas para se mostrar mais inteligente que os outros, apesar de que na maioria das vezes, acaba sendo o mais trouxa de todos —.


Aparência

Suzu faz o que pode para manter o seu estereótipo de CDF. Cabelos castanhos escuros com franjinha penteada para o lado e óculos de armação grossa. Não abusa das firulas comuns em adolescentes de hoje em dia, como gírias, colar ou brincos. Tudo isso para ser usado de exemplo para os professores e, também, para não irritar a Presidente do Comitê Disciplinar, Amakusa Itsuki.  

Em certo ponto, acabou precisando se travestir para escapar de uma situação incômoda. Mas, apesar do fato que usar uma saia seja bem confortável, não significa que ele tenha gostado dessa experiência — não que o criador dele saiba exatamente como é usar uma saia, e o quanto aquele ventinho gelado passando por entre as pernas seja bom… Bem longe disso! —.


Informações Extras

Nome: Nichijou Suzuyama

Idade: 16 Anos (Atualmente no Segundo Ano do Ensino Médio)

Garotas Favoritas: Prefere as de tamanho “E”, mas não tem nada contra as de tamanho “A”, apesar de que acha as de tamanho “C” perfeitas — se é que me entende, ehehe~—.

Por fim, assim como os meus parceiros de projeto criaram os seus protagonistas se baseando neles mesmos, também afirmo que o Suzu é uma expansão de mim. O garoto pensa como eu e age naquelas situações imaginárias como eu agiria. É super fácil escrevê-lo, afinal, a minha própria vida diária é um “Gakkou Carnival” — apesar de que eu ainda não encontrei nenhum coelho falante, exceto nos meus delírios e momentos de pouca lucidez… Não, esqueçam isso, talvez eu já tenha conversado com dois ou três coelhos na minha vida —.

Então, é isso, pessoal. Não percam o nosso próximo BTS! E para quem não leu, recomendo que deem uma conferida na nossa obra prima, Gakkou Carnival! Garanto que não restarão arrependimentos!

Até a próxima, Novelanders!

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